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Padrões e Tamanho de Banners para internet

Os banners são uma peça publicitária muito comum na internet, utilizado para divulgação de sites, serviços, produtos e eventos e segue as necessidades específicas de cada projeto, cliente e campanha.

Geralmente, o banner possui um link que quando clicado leva o usuário a um site ou hotsite com mais informações, um cadastro, serviços interativos, etc.

Para uma boa visualização de um banner, o anunciante busca um outro site com grande fluxo de acessos e público alvo específico, para que o retorno do investimento seja favorável.

É comum um site fazer propagandas de um produto ou serviço próprios, uma vez que o público que acessa o site é o próprio público alvo do anunciante.

É importante salientar que a utilização de banners para divulgação não é o único passo para uma campanha de sucesso, ou seja, uma campanha que tenha um ROI positivo. Um plano de mídia integrado e a orientação de um profissional é imprescindível.

As mídias e formatos mais comuns para divulgação na internet são:
Full banner
Formato: 468×60 pixels
Peso*: 12kb
Half banner
Formato: 234×60 pixels
Peso*: 6kb
Botão
Formato: 125×50 pixels
Peso*: 5kb
Banner Vertical
Formato: 120×240 pixels
Peso*: 10kb
Skyscraper
Tipo de banner vertical
Formato: 120×600 pixels
Peso*: 20Kb
Super banner
Formato: 728×90 pixels
Peso*: 20kb
PopUp
Janela flutuante, ativada apos o carregamento da página.
Formato: 250×250 pixels
Peso*: 15kb
E-mail mkt
E-mail personalizado do anunciante. As restrições são de um e-mail normal em html.
Esse e-mail geralmente é disparado para uma base segmentada.
PopUnder
Janela que carrega atrás do site. Assim, quando o usuário fecha a janela do site, vê uma outra
janela aberta. Geralmente com o site do anunciante.
Superstitial
Peça Publicitária que é carregada no cache do usuário enquanto ele está navegando e só aparece
quando o internauta decide mudar de página.
Formato: 450×450 pixels (por volta de)
Peso*: 300Kb
Duração: 20″
Interstitial
Peça Publicitária que aparece antes da página selecionada pelo usuário. Com tempo
determinado para fechar.
Formato: tela inteira
Peso*: 15kb
Duração: 3″ a 5″
Floater
Peça dinâmica que flutua na tela e que pode ser fechada ou fica por tempo determinado
Formato: em aberto (geralmente no tamanho de um ícone)
Peso*: 5kb
Costuma ser uma imagem pequena ou a própria marca. É uma espécie de móbile.
DHTML
Ação dinâmica onde um elemento (imagem) interage com a tela. É parecida com o floater, mas a
interferência no site é maior.

Nem todos os anunciantes aceitam todos os formatos disponíveis e inventáveis, portanto, é importante verificar a disponibilidade antes de iniciar a produção dos banners e demais peças.

* O peso dos arquivos pode variar, os valores indicados são apenas referenciais.

outubro 21, 2009 at 8:10 pm 2 comentários

Tamanho de Papel | A4 e cia

Tamanho do Papel e suas proporções

Tamanho do Papel e suas proporções (clique para ampliar)

Durante a história, houveram muitos padrões de tamanho de papel em diferentes locais e épocas, mas hoje há basicamente dois sistemas em vigor: o sistema internacional, conhecidos como A4 e companhia (A1, A2, A3, etc…) adotado na maioria dos países, e os formatos adotados no EUA e Canadá, que é o Letter.

Nas tabelas abaixo, estão descritas as medidas das principais séries padrões de tamanho de papel, em milímetros.

Tamanhos de papel das séries A, B e C,
da norma ISO 216 (em milímetros)
:
série A série B série C
4A0 1682 × 2378
2A0 1189 × 1682
A0 841 × 1189 B0 1000 × 1414 C0 917 × 1297
A1 594 × 841 B1 707 × 1000 C1 648 × 917
A2 420 × 594 B2 500 × 707 C2 458 × 648
A3 297 × 420 B3 353 × 500 C3 324 × 458
A4 210 × 297 B4 250 × 353 C4 229 × 324
A5 148 × 210 B5 176 × 250 C5 162 × 229
A6 105 × 148 B6 125 × 176 C6 114 × 162
A7 74 × 105 B7 88 × 125 C7 81 × 114
A8 52 × 74 B8 62 × 88 C8 57 × 81
A9 37 × 52 B9 44 × 62 C9 40 × 57
A10 26 × 37 B10 31 × 44 C10 28 × 40

A tolerância especificada pela norma é de:

  • ±1.5 mm para dimensões até 150 mm,
  • ±2 mm para medidas de 150 a 600 mm, e
  • ±3 mm para dimensões acima de 600 mm.
Tamanhos de papel padrão nos EUA e Canadá:
nome em polegadas em milímetros razão
Carta (Letter) 11 × 8½ 279 × 216 1.2941 próxima ao A4
Ofício (Legal) 14 × 8½ 356 × 216 1.6471 próxima ao A4
Ofício 2 (Folio) 13 × 8½ 330 × 216 1.5294 próxima ao A4
Ofício 9 12,4 × 8,46 315 × 215 1.4651 próxima ao A4
Tablóide 17 × 11 432 × 279 1.5455 próxima ao A3

Na wikipedia, tem também algumas outras informações interessantes, como os dados do Padrão ISO 216 e cálculos matemáticos de proporção das medidas.

setembro 18, 2009 at 2:51 am Deixe um comentário

17 Coisas que você e seus clientes precisam saber

1- DESIGNER dorme. Pode parecer mentira, mas DESIGNER precisa dormir como qualquer outra pessoa. Não o acorde sem necessidade! Esqueça que ele tem telefone em casa, ligue para o escritório.

2-
DESIGNER come. Incrível, mas é verdade. DESIGNER também precisa se alimentar, e tem hora para isso, na hora do almoço.

3- DESIGNER pode ter família. Essa é a mais incrível de todas: mesmo sendo um DESIGNER a pessoa precisa descansar no final de semana para poder dar atenção à família, aos amigos e a si próprio, sem pensar ou falar sobre artefinais, banners, logos, etc…

4-
DESIGNER, como qualquer cidadão, precisa de dinheiro. (Por essa você não esperava, né?). É surpreendente, mas DESIGNER também paga impostos, compra comida, precisa de combustível, roupas e sapatos, consome Lexotan para conseguir relaxar, etc.E o fundamental: pode parecer bizarro, mas o s livros para ‘UPLOAD’ do profissional, os cursos, o operacional do escritório e a administração disso tudo não acontecem gratuitamente. Impressionante, não? Entendeu agora o motivo dele cobrar pelo LAYOUT e pelo PROJETO?

5- Ler, estudar é trabalho. E trabalho sério. Pode parar de rir. Não é piada.6- Não é possível resolver problemas de layout por telefone. Precisa comentar?

7- De uma vez por todas, vale reforçar: DESIGNER não é vidente, não joga tarôt e nem tem bola de cristal. Ele precisa rever os layouts muitas vezes para maturá-lo e poder superar as expectativas. Se quer um milagre, tente uma macumba e deixe o pobre do DESIGNER em paz.

8- DESIGNER não faz milagres! Ora você se assustou com isso? Sim ele não faz o milagre da multiplicação da imagem, por isso se você deseja um folder com fotos, forneça meios dele obter essas fotos. Ou contrate ou você mesmo as fotos ou pague pela compra delas. Quer uma ilustracão bacana?? Pague o custo de um ilustra dor, oras!

9- Em reuniões de amigos ou festas de família, o DESIGNER deixa de ser DESIGNER e reassume seu posto de amigo ou parente, exatamente como era antes dele passar no vestibular. Não peça conselhos sobre o logo da sua empresa, o folder que não deu certo ou o site que não funciona. Porcure-o na segunda-feira, no escritório, entendeu?

10- Não existe apenas um estudozinho – qualquer estudo requer um conceito, horas de trabalho, e tem que ser pensado, estudado, analisado e, é claro, cobrado. Esses tópicos podem parecer inconcebíveis a uma boa parte da população,mas servem para tornar a vida do DESIGNER mais suportável;

11-
Quanto ao uso do celular: celular é ferramenta de trabalho. Por favor, ligue apenas quando necessário. Fora do horário de expediente, mesmo que você ainda duvide, o DESIGNER pode estar fazendo alguma coisa que você nem pensou que ele fazia, como dormir ou namorar, por exemplo.

12-
Antes de aparecer no escritório: por favo r, marque hora. Se vc pular essa etapa, não fique andando de um lado para o outro na sala de espera e nem pressionando a secretária. Ela não tem culpa se você decidiu aparecer de ultima hora pra trocar idéias.

13- Quando se diz que o horário de fechamento de um arquivo é as 18:00, não resolva enviar as 5.670 alterações as 17:30! Se resolver fazer isso, saiba o risco que corre do seu trabalho sair atrasado. Lembrando sempre que o DESIGNER tem vida lá fora, respeite isso e envie as 5.670 alterções até as 12:00.

14 - Na hora de aprovar um layout, por favor aprove baseado em conceitos e não baseado no ‘ah! minha filhinha de 4 anos, a-do-ra cor de rosa!’

15-
Infelizmente para você, a cada novo JOB, o DESIGNER poderá e deverá fazer novos estudos, criar novos conceitos e isso tem um custo. Por favor, não tente substimar nossa inteligência, tentando fazer mil mudanças em um layout antigo para não ser cobrado como um novo. Lembre-se remendos novos em layouts v elhos, podem sair caros no final!

16- O DESIGNER não deixará de cobrar o layout só porque você já gastou demais em outras coisas. Os DESIGNERS conhecem bem o ditado ‘O barato sai caro’!!!!.

17- E, finalmente, DESIGNER também é filho de DEUS e não filho disso que você pensou…

Esse texto foi enviado a algum tempo pelo Eduardo Braga, um dos meus professores da faculdade.
Abraço a todos e espero voltar a escrever aqui logo!

janeiro 9, 2009 at 10:39 am Deixe um comentário

Para Morar Bem

Saiu no Estado de Minas, no dia 24 de setembro, uma entrevista com Patrícia Takamatsu, arquiteta muito gente boa, que participou da Casa Cor deste ano e ela me permitiu publicar sua opinião aqui no Urina Negra.

Patrícia explica muito bem o que Morar Bem é…

Loft da Patricia, na Casa Cor

Loft da Patrícia, na Casa Cor

Morar bem é viver em um espaço que vise ao conforto e bem-estar do seu morador e reflita seu estilo de vida. Há os que gostam de receber pessoas em casa, há os que gostam de cozinhar para os amigos, há os que gostam de trabalhar em casa, há os que vêem a casa como um local para estar com a família… Por isso uma residência, além de suprir a necessidade de moradia, deve atender as demais demandas individuais de seu habitante, privilegiando os lugares que, para ele, são os mais importantes da casa. Devido a esse caráter subjetivo, torna-se impossível uma definição única do que é morar bem.

Do ponto de vista arquitetônico, é ter um espaço com uma boa distribuição de ambientes, boa ventilação e iluminação natural e que, dentro do possível, permita o contato dos que ali habitam com a natureza, proporcionando-lhes assim uma melhor qualidade de vida.

Buscar soluções diferenciadas, que atendam as mais diferentes demandas de projeto e tenham como objetivo a satisfação do cliente, deve ser o foco principal dos profissionais envolvidos no processo. Em todos os tipos de residência, mas principalmente nas de tamanho reduzido, é essencial otimizar o projeto, criando espaços de caráter multifuncional para o melhor aproveitamento possível de cada parte da residência.

Na escolha de materiais, deve haver uma preocupação não apenas com a beleza, mas também com a praticidade e durabilidade do material empregado. Além disso, há que se pensar no uso de materiais alternativos que não agridam o meio ambiente e em soluções que visem à economia de água e energia elétrica. Isso demonstra uma preocupação com o morar bem individual, que reflete no bem-estar coletivo.
Nenhuma residência pode ser vista como um ponto isolado, desconectado do entorno que a envolve. Sendo assim, ao falarmos sobre o que é morar bem, não podemos abordar somente os aspectos que envolvem a construção do espaço físico no qual habitamos. Há outras coisas que influem nesse conceito: o tráfego de veículos tanto local quanto o enfrentado nos deslocamentos diários, por exemplo, até o trabalho; o barulho; a proximidade com o comércio; entre outras coisas.

Na questão estética, o morar bem está diretamente ligado a uma composição harmoniosa dos ambientes e em evitar excesso de informações para que a casa se torne um espaço tranqüilo, em contraposição à agitação da vida moderna. Ainda no aspecto estético há que se ter bastante cuidado com as chamadas tendências, que, de forma geral, têm caráter efêmero e limitam as escolhas. Os profissionais de arquitetura e design devem filtrar o que chega até eles, e o próprio morador deve refletir se a tal tendência supre suas necessidades, se se enquadra no seu modo de vida, se reflete a sua personalidade e se adequa ao seu conceito subjetivo de bem viver.

Do ponto de vista emocional, a casa é um ponto de referência para o indivíduo. Um local que propicie a introspecção e reflexão. Um local com o qual ele se identifique, se sinta seguro e que conte um pouco da sua história. São essas características pessoais que vão conferir ao local um caráter único.

Comente ae e divida sua opinião conosco, para você, o que é Morar Bem?
;)

novembro 7, 2008 at 3:25 pm Deixe um comentário

Mídia digital on-line alavanca e gigantes tremem


“A TV aberta sobrevive de publicidade”, Fernando Bittencourt no 5º Fórum Internacional de TV Digital

O carácter inovador de desenvolvimento tecnológico e social oferecido pela internet está cada vez mais identificável. Prova disso é o crescimento da utilização de mídias on-line que obtém maiores fatias do bolo comercial.

Este crescimento pode ser medido através de vários aspectos sociais, econômicos e políticos que vão desde a popularização de redes sociais como o famigerado Orkut, com o crescimento facilmente identificado de sua audiência, até o aumento de receita para publicidade on-line e presença digital de empresas como o Banco Bradesco e as montadoras de automóveis Ford e Fiat.

Só no primeiro semestre deste ano, o investimento publicitário na internet cresceu 45% no Brasil em relação ao ano passado, dados levantados pelo projeto Inter-Meios, que mede o faturamento de empresas de mídia. A internet com isso, se torna o quinto meio de comunicação que mais recebe verba para publicidade com 3,3% do valor, um pouco atrás de TV, jornais impressos, revistas e rádio.

Apesar de os canais abertos de televisão continuarem em primeiro lugar, alguns já sentem um abalo em suas extruturas comerciais. Segundo o diretor de novas mídias da Globo, Fernando Bittencourt, “Éramos felizes e não sabíamos”. Para a Rede Globo, investir em multiprogramação na TV Digital não é interessante, já que isso não trará mais anunciantes. “A TV aberta sobrevive de publicidade –essa não sabe se é analógica ou digital, quem sabe é a gente. Nós não temos dinheiro novo na TV digital. Então, se você assumir a multiprogramação, significa que o dinheiro que a gente tem é o mesmo para produzir mais de um, dois programas.” – Fernando Bittencourt.

Toda esta movimentação é apenas o começo de uma nova era para o mercado econômico, onde cada vez mais empresas investem em sua presença on-line.

agosto 26, 2008 at 7:37 pm Deixe um comentário

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