Posts tagged ‘design de interação’

Palestra Design Analógico | Oi Futuro

Amanhã, dia 17 de setembro, às 19h00, no MULTIESPAÇO Oi Futuro, acontecerá como parte do evento Oi Cabeça, a palestra Design Analógico, com a designer Mariana Hardy da HARDY DESIGN.

O endereço é Av. Afonso Pena, 4001, no bairro Mangabeiras. É aquele prédio da Telemar próximo à Universidade FUMEC 🙂

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setembro 16, 2009 at 8:55 pm Deixe um comentário

Evento de abertura IxDAsp – Design de Interação

IxDAsp

No dia 30 de Outubro em São Paulo acontecerá o evento de abertura do IxDAsp.

Para falar sobre informação, interfaces e design, temas que reúnem especialidades do novo profissional de Design de Interação, a universidade Anhembi Morumbi sediará duas apresentações no dia 4 de novembro .

A primeira palestra abordará os dashboards, interfaces que lidam com grande volumes de informações e interações de alta performance do usuário, ministrada por Fábio Palamedi, especialista em consultoria web e marketing digital e consultor de Arquitetura de Informação para Gerência de Concepção de Produtos da Diretoria de P&D do UOL e Ricardo Sato, designer de interação no Instituto Nokia de Tecnologia.

Em seguida, o evento conta com a presença de Amyris Fernández, doutora em Ciências da Comunicação e consultora de Usabilidade e Design de Interação, que discutirá sobre como o Design de Interação cria relações entre a Informação, o Design e as interfaces, sejam elas digitais ou não.

O encontro também tem por objetivo mostrar as propostas da nova associação de designers de interação, o IxDA – Interaction Design Association chapter São Paulo.

O evento será realizado das 19h20 às 21h na Universidade Anhembi – Campus Morumbi, localizada na Rua Roque Petroni Jr, 630, em São Paulo.

As inscrições podem ser feitas até 30 de outubro pelo site do evento . Para mais informações, os interessados podem enviar e-mail para fabio.palamedi@gmail.com .

Fonte: idgnow

outubro 17, 2008 at 4:37 pm Deixe um comentário

Design Centrado no Usuário – F1

Como já havia sido dito aqui no urinanegra, na publicação anterior, no dia 11 de outubro foi oferecida pela AMADi uma palestra sobre a Abordagem Teórica e Prática sobre o Design Centrado no Usuário e este que vos escreve esteve lá presente.

O evento que durou cerca de 3 horas e meia, foi dividido em duas partes, Caio Cesar e Mariana Berutto mandaram muito bem em suas palestras.

Após a abertura, Caio explicou sobre a necessidade de entender as necessidades rais dos usuários de um produto, além de apresentar algumas técnicas do DCU e seus Ciclos Iterativos.

Citando cases como iPhone e Gmail, Caio deixou bem claro para quem ainda tinha a visão turva em relação a estes processos, o quanto é importante aplicar boas práticas de design em um projeto.

UPDATE: Caio disponibilizou sua apresentação em seu blog, acesse por aqui.

Depois de um breve intervalo, Mariana Berutto apresentou uma palestra mais prática com cases conhecidos como Microsoft, Google, Nike Plus e Apple (com seu iPod que morre).

Diagnosticar o problema e monstrar ao cleinte o quanto é importante uma parceria dele com o designer durante o projeto foram pontos chaves na palestra de Mariana. Ela citou um case interno da Mapa Digital com um cliente que estava presente no evento de maneira clara e objetiva.

A AMADi se comprometeu a disponibilizar a palestra em vídeo, além dos slides apresentados.

Agora resta aguardar o próximo evento que espero poder realizar uma cobertura em tempo real, portanto, teremos que torcer para a rede local funcionar na próxima vez e estar liberada!

outubro 15, 2008 at 5:00 pm Deixe um comentário

Ciclo de Palestras F1 e F5 em BH – AMADi

Ciclo de Palestras F1 e F5 em BH - AMADi

Ciclo de Palestras F1 e F5 em BH - AMADi

A AMADi está promovendo um ciclo de capacitação que objetiva a atualização dos conhecimentos profissionais por meio dos eventos F1 e F5. Esta é a primeira edição do F1 e está imperdível. Confira a programação:

Caio Cesar (PUC) : fará uma abordagem teórica sobre o assunto, definindo o Design Centrado no Usuário e sua relevância.

Mariana Berutto (Mapa Digital) : apresentará cases em que o Design Centrado no Usuário foi aplicado a prática e favoreceu a performance do projeto digital.

O F1 promece uma boa discussão sobre teoria e prática do Design Centrado no Usuário, o custo e a dificuldade de aplicação, como oferecer estes serviços aos clientes.

Data: 11 de outubro de 2008
Horário: 08h30 às 12h
Local: Newton Paiva, Campos Carlos Luz – Unidade JK
Endereço: Av. Presidente Carlos Luz (Catalão), 220 – Caiçara

Para participar, basta se inscrever gratuitamente através do e-mail amadi[at]amadi.org.br .

Eu estou agarrado lá!

outubro 7, 2008 at 8:07 pm 3 comentários

4 maneiras de se matar

Se você está desesperado e chegou até aqui através do resultado de uma pesquisa em um destes buscadores genéricos da web, meu amigo ou minha amiga, você deve procurar ajuda psicológica agora mesmo!

Mas se você chegou aqui por curiosidade ou acompanha o blog, pode estar se perguntando “Mas porque diabos uma pessoa iria querer se matar?” ou até mesmo “Porque diabos tem um maluco dando dicas de como outro maluco poderia se matar?”

Bem, exterminando estas possíveis dúvidas, digo-lhes que não quero me matar nem mesmo dar dicas a ninguém de como se matar, se suicidar ou “cumprir sua sentença e encontrar-se com o único mal irremediável, aquilo que é a marca de nosso estranho destino sobre a terra, aquele fato sem explicação que iguala tudo o que é vivo num só rebanho de condenados”, o fato é que se houvesse alguém com este interesse por aqui, possivelmente já teria desistido da idéia, pois uma das melhores maneiras de fazer alguém não querer mais se findar é dar uma “enroladinha” no cara.

Isso mesmo, segundo fontes seguras, uma nova abordagem para evitar suicídios parte do princípio de que nem sempre o maluco quer realmente se matar. É como se fosse um impulso descontrolado, uma idéia repentina que o cara executa naquele mesmo instante porque não pensou nas reais consequências de seu ato mórbido.

E eu com isso? Rá! O design salva vidas, meus caros leitores psicóticos! Olhem só que bacana coisas que fazemos para que sua vida seja melhor:

1. Tomar várias pílular e sofrer horrores de uma overdose lhe parece uma boa idéia? A maioria das pílulas são vendidas em cartelas, pois é muito difícil e demorado tirar cada uma da embalagem, juntar tudo e engolir com um copo de água filtrada ou uma bela golada de água de privada. Isso dá tempo do cara repensar e desistir da ação estúpida. Isso diminuiu em 34% o número de mortes por overdose de algumas substâncias no Reino Unido.

2. Por escapamentos de carro, o cara poderia usar uma mangueira para direcionar o gás para dentro do carro asfixiando-se. O problema é que o designer do veículo fez um cano de descarga com saída com formato cabuloso e até com uma bitola que não dá para encaixar uma mangueira com facilidade.
Outra saída é usar catalizadores para diminuir a emissão de gases tóxicos do veículo.

Esse tem até um video demonstrando o ato, só que o que matou o cara mesmo foi uma outra substância. O ator merece um oscar pela atuação, confiram!

3. Se preferir, o sujeito pode se jogar na linha do metrô pouco antes de o trem passar. Em Londres, há uma linha em que o público é separado dos trilhos por uma proteção que só se abre quando o trem já está parado na estação – idéia de um designer astuto. O desmiolado tem que escalar a proteção para chegar ao trem, o que é difícil e aumenta as chances de que as autoridades ou transeuntes heróicos impeçam a tentativa do coitado.

No Brasil o cara desiste mesmo é pela demora ferrada do trem passar. Isso se não morrer pisoteado pela muntueira de gente que tem que ir trabalhar em troca de uma ninharia mensal.

4. Tem gente que gosta mesmo é de colocar a cabeça em um forno ligado, mas não aceso, e espera a asfixia. Haja paciência, ainda mais se for usado gás natural. Ele é seis vezes menos tóxico e reduz bastante as chances de que a tentativa de suicídio tenha sucesso.

Agora, melhor seria fazer um bolo ou uma pizza com tanto gás e tempo sobrando, não?

O problema de se matar no Brasil é que,para cada 1 pessoa que se mata, outras 6 são assassinadas e outras 4 morrem em acidentes com veículos motorizados. O coitado do aspirante a suicida não tem tempo nem de se matar decentemente!

E ainda tem gente reclamando da lei seca.

agosto 14, 2008 at 2:31 pm 37 comentários

Sou Designer e também sou Arquiteto… de Informação! – Da AI à Folksonomia

Projetar um site e suas páginas de forma lógica, elaborar seu conceito gráfico e redigir textos com coberturas jornalísticas de assuntos relevantes é uma tarefa árdua, porém recompensadora. Tudo isso, e mais um pouco, damos o nome de Arquitetura de Informação.

Em outros termos, a Arquitetura de Informação estrutura as informações do produto web unindo basicamente, três campos imprescindíveis à sua produção: a tecnologia, o design e o conteúdo (textual e/ou imagético).

Quando utilizo a expressão “projetar um site”, quero apenas exemplificar um produto final que pode ser produzido de maneiras diversas, conforme sua necessidade e seu dever a cumprir. Esses produtos podem ir de uma home page a portais colaborativos, intranet e extranet, portais de notícias, comunidades de compartilhamento de vídeo, portais de turismo, blogs, portifólios, hotsites, comunidades virtuais, etc.

Há alguns anos (vide fase mesozóica da produção web), os sites eram produzidos de uma forma pouco ou nada maleáveis, e era necessária apenas uma pessoa para cuidar de todos seus elementos. Essa pessoa era conhecida como Webmaster. Atualmente, esse termo caiu em desuso, assim como esta “profissão”, visto que cada vez mais estudamos e aprendemos uma forma melhor e ideal de se fazer Web, criamos campos de estudos específicos e temos vários profissionais especializados para cuidar de cada etapa do processo em busca da experiência perfeita.

Por volta do ano 2000, logo após o “boom da internet”, chegamos a um conceito de Web dinâmica, denominada Web 2.0.

No caso de um Produto Web 2.0, uma das características mais marcantes é a união simbiótica (graças ao design de interação), entre esses três campos da AI – tecnologia, design e conteúdo – com a participação do usuário, oferecendo total maleabilidade e formas de se explorar a desestruturação estruturada da mente humana, que encontra ligações imagéticas sobrepondo quadros ao criar abordagens inter-relacionáveis para cada assunto abordado, alterando e compartilhando entre mais de uma personagem envolvida na experiência (indivíduo x máquina, indivíduo x indivíduos).

A folksonomia é um dos exemplos desta desestruturação estruturada. Ela nada mais é do que a classificação de assuntos diversos feita por pessoas diversas. Um exemplo é a “Nuvem de tags” que ao pesquisarmos por uma das palavras-chave criadas e utilizadas pelos usuários na web, encontramos assuntos tão diversos e desestruturados entre si, unidos pelo seu assunto global.

Gosto de classificar as TAGS pela sua encontrabilidade “comum” “incomum” ou “neologística”. Pode-se utilizar uma tag como “tutorial” ou “tutoriais” para disponibilizar um tutorial ou grupos de tutoriais, cursos ou apostilas. Neste caso, estamos utilizando uma tag comum e outra incomum (sim, um “S” pode fazer a diferênça).

No caso de uma tag “neologística”, é quando literalmente criamos uma palavra para classificar um assunto, como “queima-mufa”. Mas devemos ter muito cuidado para não cometer o erro de utilizar uma tag “errada” ou “incomum” para nomear um assunto, pois isso pode ser a diferença entre ser notado e passar despercebido, graças a uma baixa encontrabilidade de seu site.

Estudos de SEO podem ajudar seu site (e você não imagina o quanto!), a se tornar eficiente, relevante e com uma boa encontrabilidade, mas isso eu vou tratar em outra ocasião.

abril 4, 2008 at 4:56 pm 1 comentário


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