Posts tagged ‘web 2.0’

Como usar o Twitter

Você segue mais mulheres ou homens?

O título desta publicação Esta foi uma pergunta aleatória feita no twitter, nesta sexta-feira.

A primeira coisa que eu pensei foi “E isso realmente importa?”.

Eu quase respondi pelo twitter, mas tenho certeza de que os 140 caracteres disponibilizados pela ferramenta, menos as tags de reply e uma ou outra tag ou observação a mais, não seriam o suficiente para sequer iniciar uma tentativa de explicar a minha resposta. Sei que tanto aqui, quanto lá, as palavras escritas poderão soar um tanto quanto grossas e insensíveis, mas é por uma boa causa.

Essa “revolta” se deve ao fato de que eu procuro seguir o conteúdo que eu acho relevante para mim, abordando temas importantes para minha profissão e meus hobbies. Isso porque o twitter, assim como qualquer outra rede social, é um ótimo meio de se aprender e conhecer coisas interessantes, com uma vantagem a mais: a informação já vem resumida, o que interessa já está ali, em um link ou em uma frase curta e vem de uma fonte que eu confio e muitas vezes assino embaixo.

Eu só tenho tempo para ler uma fração mínima de tudo o que eu gostaria de ler, aprender e estudar e, por isso, não me importa se eu descubro algo através de uma zebra ou uma girafa roxa da malásia. Acredito que a maioria das pessoas deve pensar de forma similar.

No fim das contas, não importa se é homem, mulher, hermafrodita ou um pé de samambaia: Se o conteúdo for relevante, eu vou seguir.

E por favor, guarde os links nonsenses, desinteressantes, bbbzísticos e sensacionalistas para outra oportunidade, em uma conversa genérica em um destes “messengers” genéricos, em um horário genérico de um dia genérico que provavelmente nunca teremos, pois eu estou procurando um pouco mais de relevância.

Há mais uma coisa para ler: ninguém aqui é um bosta o bastante pra ficar de mimimi comigo não, então, procurem tirar uma conclusão positiva disso aqui. Caso contrário, esse texto não é para você. Rá!


UPDATE
17:00 No fim do dia alguem mandou um twitt com um link para esse texto do @nealwiser. Foda: http://www.twitip.com/to-follow-or-not-to-follow/

03/03/09: Mudei o título deste artigo, pois assim ele diz mais com menos.

fevereiro 6, 2009 at 5:04 pm Deixe um comentário

Design Centrado no Usuário – F1

Como já havia sido dito aqui no urinanegra, na publicação anterior, no dia 11 de outubro foi oferecida pela AMADi uma palestra sobre a Abordagem Teórica e Prática sobre o Design Centrado no Usuário e este que vos escreve esteve lá presente.

O evento que durou cerca de 3 horas e meia, foi dividido em duas partes, Caio Cesar e Mariana Berutto mandaram muito bem em suas palestras.

Após a abertura, Caio explicou sobre a necessidade de entender as necessidades rais dos usuários de um produto, além de apresentar algumas técnicas do DCU e seus Ciclos Iterativos.

Citando cases como iPhone e Gmail, Caio deixou bem claro para quem ainda tinha a visão turva em relação a estes processos, o quanto é importante aplicar boas práticas de design em um projeto.

UPDATE: Caio disponibilizou sua apresentação em seu blog, acesse por aqui.

Depois de um breve intervalo, Mariana Berutto apresentou uma palestra mais prática com cases conhecidos como Microsoft, Google, Nike Plus e Apple (com seu iPod que morre).

Diagnosticar o problema e monstrar ao cleinte o quanto é importante uma parceria dele com o designer durante o projeto foram pontos chaves na palestra de Mariana. Ela citou um case interno da Mapa Digital com um cliente que estava presente no evento de maneira clara e objetiva.

A AMADi se comprometeu a disponibilizar a palestra em vídeo, além dos slides apresentados.

Agora resta aguardar o próximo evento que espero poder realizar uma cobertura em tempo real, portanto, teremos que torcer para a rede local funcionar na próxima vez e estar liberada!

outubro 15, 2008 at 5:00 pm Deixe um comentário

Ciclo de Palestras F1 e F5 em BH – AMADi

Ciclo de Palestras F1 e F5 em BH - AMADi

Ciclo de Palestras F1 e F5 em BH - AMADi

A AMADi está promovendo um ciclo de capacitação que objetiva a atualização dos conhecimentos profissionais por meio dos eventos F1 e F5. Esta é a primeira edição do F1 e está imperdível. Confira a programação:

Caio Cesar (PUC) : fará uma abordagem teórica sobre o assunto, definindo o Design Centrado no Usuário e sua relevância.

Mariana Berutto (Mapa Digital) : apresentará cases em que o Design Centrado no Usuário foi aplicado a prática e favoreceu a performance do projeto digital.

O F1 promece uma boa discussão sobre teoria e prática do Design Centrado no Usuário, o custo e a dificuldade de aplicação, como oferecer estes serviços aos clientes.

Data: 11 de outubro de 2008
Horário: 08h30 às 12h
Local: Newton Paiva, Campos Carlos Luz – Unidade JK
Endereço: Av. Presidente Carlos Luz (Catalão), 220 – Caiçara

Para participar, basta se inscrever gratuitamente através do e-mail amadi[at]amadi.org.br .

Eu estou agarrado lá!

outubro 7, 2008 at 8:07 pm 3 comentários

Dicas e Lições de Marqueting, Dezáine e Propraganda

Fui compelido, incentivado, motivado ou sei lá o que, a realizar uma pequena lista com lições básicas para quem está iniciando seus passos no mercado ou precisa de uma reciclagem estáile.

A Culpa é do Cardoso que twittou aqui com a lição #1. Qualquer coisa, mandem as pedras na cabeça dele e me deixem em paz.

#1 – Cliente de bebida alcólica NÃO, NÃO, NÃO quer seu produto associado a alcoolismo.

#2 – Cliente SEMPRE sabe mais de direção de arte do que você.

#3 – Reajustes nos preços de tabela NÃO existirão jamais.

#4 – Briefing, Wireframe, Webwriting entre outros termos, são apenas palavras complicadas que você inventou para deixar as coisas mais caras e demoradas.

#5 – Prazo é um conceito que deve ser SEMPRE quebrado ou impossível de ser realizado.

#6 – Clientes desaparecem por alguns meses ou anos, não pagam a conta e querem manutenções em dia sem reajustes de valores. Acostume-se, pois isso é normal.

#7 – Ctrl + F para fazer um Jornal e Ctrl + Alt + Del para fechar o Córeu Droga são atalhos que você DEVE decorar para seu dia a dia.

#8 – Para fazer uma “Logomarca”, basta escrever o nome da empresa com Fontes arredondadas e reflexos, bem web 2.0. É batata!

#9 – Para fazer um Viralzinho, basta fazer um vídeo tutorial de seu sobrinho dezáiner fazendo o leiáute do seu sáite no córeu droga ou frontipeige e colocar no iu-túbi com o título “Maior Lançamento do Século”, mandar SPAM com o link para toda sua família, vizinhos, amigos e colegas de trabalho, comentar no blog do Salsinhas.com entre outros e esperar 12 horas para colher os frutos.

#10 – Lembre-se de cobrar sempre um preço “irrisório”, pois o sobrinho do amigo do vizinho de seu cliente SEMPRE faz a mesma coisa que você, no córeu-foto-pente, em 2 horas e cobra só cinquenta real.

#11 – Propagandas de cerveja DEVEM conter pessoas com pequenos trajes de banho.

#12 – Sim, é verdade: você NÃO precisa ser pago pelo seu trabalho e é seu DEVER estar disponível 25 horas por dia.

Se você quiser contribuir com mais alguma dica, lição ou um “causo-veríssimo” é só comentar que adiciono aqui com os devidos créditos 😉

Leitura recomendável apenas para maiores.
Texto melhor visualizado no horário nobre da internet.

setembro 23, 2008 at 7:20 pm 1 comentário

Minhas primeiras impressões sobre o Blip.FM

Falar que o Blip.FM está revolucionando essa história de ouvir música pela internet através de straming já é uma afirmativa mais que batida. já tem um monte de gente falando isso pela blogosfera.

Agora, ressaltar que sua grande sacada que é poder “postar” uma música em uma lista colaborativa e além disso, poder colecionar suas músicas favoritas “criando” sua própria rádio ou “Blips”, isso sim é uma coisa bem bacana. É a velha história da “web 2.0”.

Só que estou tendo algumas reações adversas com o serviço:

• O Blip.FM não me deixa criar várias playlists agrupadas por estilos;
• O Blip.FM não me dá a opção de ouvir uma sequência pré-definida por mim ou outro usuário, categorizando-a;
• O Blip.FM não me deixa ouvir só coisas que gosto em sua playlist colaborativa.

Mas tudo isso que não me agrada é exatamente o objetivo da ferramenta. É até hoje a ferramenta mais próxima das antigas rádios que eu escutava quando tinha meus 12 anos e além disso, é colaborativa.

Para quem gosta de diversificar, vale a pena.

Para quem tem tempo sobrando para configurar sua playlist e ficar buscando a cada 5 minutos mais uma música, uma atrás da outra, vale a pena.

Vou continuar a fazer minhas excursões no Blip.FM, pois é uma idéia bacana, mas resumidamente ele ainda não me conquistou totalmente.

Agora vai, testa ae o Blip.FM e tire suas próprias conclusões. Se quiser me indicar uma música, fique a vontade, prometo que escuto ao menos o começo dela.

setembro 1, 2008 at 9:05 pm Deixe um comentário

Sou Designer e também sou Arquiteto… de Informação! – Da AI à Folksonomia

Projetar um site e suas páginas de forma lógica, elaborar seu conceito gráfico e redigir textos com coberturas jornalísticas de assuntos relevantes é uma tarefa árdua, porém recompensadora. Tudo isso, e mais um pouco, damos o nome de Arquitetura de Informação.

Em outros termos, a Arquitetura de Informação estrutura as informações do produto web unindo basicamente, três campos imprescindíveis à sua produção: a tecnologia, o design e o conteúdo (textual e/ou imagético).

Quando utilizo a expressão “projetar um site”, quero apenas exemplificar um produto final que pode ser produzido de maneiras diversas, conforme sua necessidade e seu dever a cumprir. Esses produtos podem ir de uma home page a portais colaborativos, intranet e extranet, portais de notícias, comunidades de compartilhamento de vídeo, portais de turismo, blogs, portifólios, hotsites, comunidades virtuais, etc.

Há alguns anos (vide fase mesozóica da produção web), os sites eram produzidos de uma forma pouco ou nada maleáveis, e era necessária apenas uma pessoa para cuidar de todos seus elementos. Essa pessoa era conhecida como Webmaster. Atualmente, esse termo caiu em desuso, assim como esta “profissão”, visto que cada vez mais estudamos e aprendemos uma forma melhor e ideal de se fazer Web, criamos campos de estudos específicos e temos vários profissionais especializados para cuidar de cada etapa do processo em busca da experiência perfeita.

Por volta do ano 2000, logo após o “boom da internet”, chegamos a um conceito de Web dinâmica, denominada Web 2.0.

No caso de um Produto Web 2.0, uma das características mais marcantes é a união simbiótica (graças ao design de interação), entre esses três campos da AI – tecnologia, design e conteúdo – com a participação do usuário, oferecendo total maleabilidade e formas de se explorar a desestruturação estruturada da mente humana, que encontra ligações imagéticas sobrepondo quadros ao criar abordagens inter-relacionáveis para cada assunto abordado, alterando e compartilhando entre mais de uma personagem envolvida na experiência (indivíduo x máquina, indivíduo x indivíduos).

A folksonomia é um dos exemplos desta desestruturação estruturada. Ela nada mais é do que a classificação de assuntos diversos feita por pessoas diversas. Um exemplo é a “Nuvem de tags” que ao pesquisarmos por uma das palavras-chave criadas e utilizadas pelos usuários na web, encontramos assuntos tão diversos e desestruturados entre si, unidos pelo seu assunto global.

Gosto de classificar as TAGS pela sua encontrabilidade “comum” “incomum” ou “neologística”. Pode-se utilizar uma tag como “tutorial” ou “tutoriais” para disponibilizar um tutorial ou grupos de tutoriais, cursos ou apostilas. Neste caso, estamos utilizando uma tag comum e outra incomum (sim, um “S” pode fazer a diferênça).

No caso de uma tag “neologística”, é quando literalmente criamos uma palavra para classificar um assunto, como “queima-mufa”. Mas devemos ter muito cuidado para não cometer o erro de utilizar uma tag “errada” ou “incomum” para nomear um assunto, pois isso pode ser a diferença entre ser notado e passar despercebido, graças a uma baixa encontrabilidade de seu site.

Estudos de SEO podem ajudar seu site (e você não imagina o quanto!), a se tornar eficiente, relevante e com uma boa encontrabilidade, mas isso eu vou tratar em outra ocasião.

abril 4, 2008 at 4:56 pm 1 comentário


Regra Básica
siga-me!

comentários recentes

tales manssano peres em 4 maneiras de se matar
Ray em 4 maneiras de se matar
Matheus Zardo em 4 maneiras de se matar
alguem que se odeia em 4 maneiras de se matar

RSS twitter: siga-me

  • Ocorreu um erro. É provável que o feed esteja indisponível. Tente mais tarde.

arquivo

exposições luminosas

mictório

  • 308,695 urinaram aqui